Twister (1996) & Twisters (2024) | Opinião

Olá, sussurros!

Último dia de trabalho! Férias, finalmente!

Estou a precisar de desanuviar, meter-me na escrita, nas leituras e tudo o mais que não consegui fazer nos últimos dois meses. Por isso, a quem ficou de férias hoje - BOAS FÉRIAS!!!

E para comemorar aqui fica um filme de infância, com a sequela mais recente que não é nada má.

Se há filme de destruição que me segue desde a infância e que revejo com gosto é o primeiro "Twister" de 1996, com Helen Hunt e Bill Paxton nos principais papéis, acompanhados por Philip Seymour Hoffman, Jamie Gertz, Lois Smith, Alan Ruck, entre muitos outros actores que ainda hoje fazem mais ou menos parte de Hollywood.

Este primeiro filme retrata a personagem Jo (Hunt), uma cientista que estuda tornados para ajudar nos avisos que são direccionados às populações e assim existir uma maior antecedência para que elas possam proteger-se a tempo - no caso do filme, apenas vai em três minutos.

Contudo, como todos filmes, existe o drama do seu companheiro de aventuras e líder a seu lado do grupo que os acompanha, Bill (Paxton) que a procura para que ela finalmente assine os papéis de divórcio e assim puderem andar para a frente com as suas vidas.

O filme começa precisamente num dia em que estão previstos vários tornados no estado de Oklahoma. Assim, a narrativa é repleta de acção, comédia à mistura, rivalidades, dores do passado e amores que são reencontrados, já para não falar nos perigos em que a equipa se coloca para conseguir colocar a "Dorothy" a voar, a máquina que irá levar pequenos sensores para o interior dos tornados de forma a que os possam estudar.

Não posso deixar de mencionar as cenas em que a tia de Jo é protagonista e do carinho palpável que existe entre ela e a equipa e que poderá levar às lágrimas numa dessas cenas.

É um elenco com bastante química, personalidades diferentes, uma estética leve, mas com o seu quê de pesado, já para não falar nos efeitos sonoros bastante reais, além de mostrar uma realidade muito pouco vista em filmes e que afecta todos os anos os EUA.

Trailer: Twister (1996)

Já o segundo filme, continuação do primeiro, com alguns callbacks, como a máquina Dorothy, que propagava os pequenos sensores para os tornados serem estudados.

Contudo, e depois de uma má experiência, cinco anos depois encontramos a protagonista Kate (Daisy Edgar-Jones) a trabalhar como meteorologista em Nova York. Contudo, o seu amigo Javi (Anthony Ramos) acaba por desafiá-la e levá-la de novo para o mundo dos tornados.

Aqui, ela acaba por conhecer a sua equipa, que tem um segredo a esconder, e a equipa de Tyler (Glen Powel) que tenta viver da adrenalina de enfrentar um tornado, estudá-lo e, ao mesmo tempo, ajudar as pessoas que ficam com as suas vidas destruídas à sua passagem.

É uma história rápida, com muita ciência à mistura, uma ideia de estudar para prevenir e até mesmo "destruir" um tornado antes que este se torne realmente destrutivo, o que acho uma ideia bastante boa e interessante para esta nova narrativa.

A ligação entre o primeiro e o segundo filme acaba por ser curiosa, dando assim uma devida razão para esta continuação. Além disso, temos um cameo surpresa de Maura Tierney, como mãe de Kate, que possui uma foto interessante mas que se torna num "plothole".

O cast tem boa química, principalmente Jones e Powell, e não tendo romance, apesar de todas as pistas, há sempre muito que se diga neste tipo de escolhas em que fica tudo no ar e na imaginação do espectador - por vezes, até gosto de ver este tipo de cenas, em que há só um "poucochinho" para deixar o espectador na expectativa. Já a banda sonora não é extraordinária, mas os efeitos especiais são muito bons e as cenas de acção são de tirar o fôlego.

Trailer: Twisters (2024)

Até ao próximo post!

A vossa sussurradora...

Disclaimer: Imagens Pinterest.

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