Fantastic Four: First Steps (2025) | Opinião

Olá, sussurros!

Mais um filme Marvel, perfeito para terminar o mês de Agosto!

Ai, adorei!

Não é um filme cinco estrelas, mas é um filme que vale a pena ver.

Começando, digo já, não esperem um filme de origem. Para isso, têm a duologia de 2005 - 2007. E assim, também digo, que considero este filme uma continuação desses dois.

Porquê?

Porque temos momentos em que vemos os vários vilões que Sue (Vanessa Kirby), Reed (Pedro Pascal), Ben (Ebon Moss-Bachrach) e Johnny (Joseph Quinn) derrotaram ao longo dos anos, Sue e Reed já estão casados, e agora esperam um bebé, e todo o mundo os aceita e olha para eles como um exemplo a seguir.

Ora, a acção começa quando a Silver Surfer (Julia Garner) aparece e diz que a Terra é o próximo planeta escolhido para ser devorado por Galactus (Ralph Ineson). Contudo, em retrospectiva, penso que a acção começa ligeiramente antes quando Johnny tenta decifrar algumas coisas que Reed lhe dá.

Com o aviso, os quatro embarcam numa viagem para encontrar Galactus e tentar entrar em acordo. Contudo, isso não acontece e as apostas tornam-se muito altas quando ele pede para ficar com o filho deles em troca da salvação do planeta.

Assim, ao voltarem para a Terra, ao enfrentarem a fúria humana, os quatro tentam proteger o pequeno Franklin, acabando por pedir ajuda ao planeta - muito ao estilo de Goku quando precisava da energia do universo para criar a bola que derrotaria o vilão do momento.

Sue é, para mim, definitivamente a líder do grupo, o coração também. Já Reed mostra que os homens podem ser ansiosos e que tentam trabalhar para que a ansiedade não tome conta deles e fazê-los tomar decisões de que se irão arrepender. Ben mostra que não é porque parecemos de pedra que somos feios ou que não temos um coração de manteiga. Por último, Johnny mostra exactamente o contrário, que lá porque somos bonitos, não quer dizer que não sejamos inteligentes - e é nisto que difere a representação de Quinn com a de Chris Evans em 2005/2007, pois este até podia mostrar o coração e a sua inteligência (afinal, ele é piloto da NASA, não é?), mas o primeiro mostra isso desde o início, sendo até bastante persistente na sua demanda pela análise e decifração de comunicações do espaço.

Esta é uma família. Entre o romance e a amizade, as brigas e as discussões, o amor e a perda, e o juntarem-se quando mais é necessário, pois o exemplo deles faz com que a Terra faça o mesmo quando lhe é pedido ajuda para derrotar um vilão que os F4 não irão conseguir sozinhos - é uma cena de arrepiar.

Adoro a estética do filme, com uma mistura de anos 60 e o futuro, os fatos originais dão outro ar às personagens que ainda não tínhamos visto no grande ecrã, a banda sonora não é muito característica a não ser em certos momentos. A química entre personagens é muito boa, seja entre o casal, seja entre Ben e Johnny, seja entre os quatro, o que ajuda imenso a gostar do filme e da sua narrativa.

E, claro, não posso deixar de mencionar o bebé que é, simplesmente, adorável, e H.E.R.B.I.E, uma ama cinco estrelas.

Ah! E as duas cenas pós-créditos, em que uma já oferece a premissa para "Avengers: Doomsday".

Trailer: Fantastic Four: First Steps (2025)

Até ao próximo post! E tenham uma óptima semana!

A vossa sussurradora...

Disclaimer: Imagem Pinterest.

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