"Nómada", Stephenie Meyer | Leituras com Chocolate

Olá, sussurros!

Boa terça-feira! Como estão? Essas leituras? Estes dias de frio e de quase Primavera?

Ora, eu tentei, a sério... actualizar as minhas leituras durante o fim de semana, bem como a minha escrita, mas foi impossível e o próximo fim de semana vai ser igual, infelizmente.

Com o evento da Areal Editores, o sábado fica perdido, e o domingo não estou a ver que seja melhor. Mas, pronto...

E estas notícias sobre ACOTAR? Como estão a lidar com o que Sarah J. Maas disse?

Deste lado do universo só posso dizer que mal posso esperar para ler os próximos volumes! E vocês? Curiosos com o que virá aí?

Livro: The Host
De: Stephenie Meyer
Livro publicado através de: 1001 Mundos
Ano de Publicação: 2009

Esta é mais uma releitura, tenso sido bastante bom de voltar a este mundo e voltar a estar com estas personagens. 

Agora, com outra perspectiva, dezasseis anos depois, talvez mais madura, reconheço a metáfora da "alma", como nome para os seres alienígenas que dominaram a raça humana - para mim, é a nossa própria alma a ter voz, pois acreditando que a temos, ela só ganha voz quando algo se aprende, ou quando há algo a aprender e acho que isso é verdade neste livro, pois a raça "alma" vem ensinar os Humanos a como cuidar deles, do planeta, para que tudo o que é mau, pobreza, doenças, poluição, termine.

Ora, seguimos uma alma especial de nome Noa que é colocada no corpo humano de Melanie. Porém, algo acontece, pois esta tenta combater a alma.

Contudo, tudo acaba por mudar quando as duas se começam a conhecer e a compreender os motivos que as fazer ser como são, sendo visível o crescimento que as suas acabam por ter ao longo do livro de mais de 800 páginas.

Depois conhecemos o tio Jeb e Doc, Ian e Jared, que irão ser o "triângulo" amoroso do livro, bem como Jamie, o irmão mais novo de Melanie e que será a abertura para que o grupo de rebeldes humanos aceite Noa - é daquelas personagens fofas e que temos de proteger a qualquer custo.

Tudo contado na primeira pessoa, não é um livro que torne a narrativa aborrecida, sem grandes termos técnicos e científicos, devido ao género de ficção científica em que ele se insere, mas que os diálogos internos entre alma e hospedeira ajudam a que se desenvolva e ensine algo ao leitor - daí a minha compreensão da nossa alma dada voz, pois quem não fala consigo próprio, de vez em quando? E porque não lhe dar o nome de alma?

Aconselho a quem gosta deste género de uma forma mais soft, como eu!

Frase: "Mas somos Humanos e egoístas e nem sempre fazemos aquilo que é certo. Não vamos deixar-te partir." (Melanie, p. 815)

Até ao próximo post!

A vossa sussurradora...

Disclaimer: Imagem Goodreads.

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