"The Artist and the Dragon", Megan Van Dyke | Opinião
Olá, sussurros!
Uma terça-feira a puxar ao Verão, com algum vento mas que promete nos próximos dias as temperaturas a subirem.
Deste lado do universo, continuamos a todo o vapor a preparar a festa de final do ano. E vocês?
Livro: The Artist and the Dragon
De: Megan VanDyke
Livro publicado através de: -
Ano de Publicação: 2025
Para começar, digo já que esta é uma ARC (Advanced Readers Copy), fornecida pela autora para uma opinião.
E, posso dizer que adorei bastante este segundo livro da duologia Castamar.
Após os eventos do primeiro livro "The Musician and the Monster", começamos com o casamento entre Ceridwen e Drystan que termina com uma maldição.
Assim, Malik e Bronwyn acabam por se juntar, de alguma forma, e tentar encontrar uma forma de acabar com a maldição, terminar com as conspirações e descobrir os simpatizantes do antigo rei, pai de Malik e tio de Drystan, e que estão a tentar destruir o novo reinado deste último.
Entre magia boa e má, Malik e Bronwyn são duas pessoas completamente diferentes, mas em que é notório que a família é bastante importante para eles.
Enquanto que ela é uma pessoa que prefere ficar no seu cantinho, a pintar, e longe da sociedade, já ele é uma borboleta social, mas que acabamos por descobrir ser um fachada.
E é o máximo que posso oferecer de spoiler.
Entre brigas e discussões, momentos emocionais e o abrir de corações a novas possibilidades e ao amor, tudo lado a lado com as memórias que vamos tendo destas duas personagens no primeiro livro da duologia, é possível termos outra perspectiva sobre a maneira como se conhecem e como a sua relação cresce.
É um livro com as suas reviravoltas, em que o verdadeiro vilão não é alguém de que se esteja [propriamente] à espera. E a transformação final é expectável, claro está.
A narrativa é rápida, as apostas são altas, talvez mais do que no primeiro livro, e em que os heróis irão descobrir que vale a pena abrir os corações.
Frase: "Love is a choice. Whether we love those connected to us by blood, fate, or luck, it's always a choice. We take risks letting people in, letting anything touch us so intimately." (Malik, p.177) (Tradução: "O amor é uma escolha. Quer amemos aqueles que nos estão ligados pelo sangue, pelo destino ou pela sorte, é sempre uma escolha. Corremos riscos ao deixarmos as pessoas entrar, ao deixar que qualquer coisa nos toque de forma tão íntima.")
Até ao próximo post!
A vossa sussurradora...
Disclaimer: Imagem Goodreads.

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